Dados sobre rentabilidade, segmentos e política de investimentos.
O ano de 2025 foi marcado por um cenário econômico de volatilidade, influenciado pela inflação, pela política monetária e pelas incertezas fiscais. Esses fatores impactaram o desempenho dos principais índices de renda fixa (CDI, IRF-M, IMA-B5 e IMA-B5+) e da renda variável no Brasil e no exterior. De toda forma, foi um ano positivo para os resultados do plano.
No país, a política fiscal e a trajetória da dívida pública continuaram determinando o comportamento da curva de juros. A Selic encerrou o ano em 15%, levando o CDI a acumular 12,06% líquido de impostos. O IRF‑M, sensível às oscilações das taxas prefixadas, fechou 2025 com retorno de 18,22%. Entre os títulos atrelados à inflação, o IMA-B5 rendeu 11,65%, enquanto o IMA‑B5+, beneficiado pela maior queda dos juros longos, apresentou retorno de 14,20%.
A gestão de investimentos da Randonprev navegou esse ambiente preservando a segurança da carteira: não houve exposição a ativos em default, mesmo diante de eventos pontuais de crédito no mercado. A diversificação dos ativos se mostrou fundamental para enfrentar os períodos de maior volatilidade. O IPCA encerrou 2025 em 4,26%, dentro da meta de 4,5%, mas as incertezas fiscais mantiveram os prêmios de risco elevados.
No câmbio, o dólar recuou de R$ 6,21 para R$ 5,50, influenciado pelo diferencial de juros e pelo fluxo de capital estrangeiro para emergentes.
A entrada de investidores estrangeiros contribuiu para a forte valorização da renda variável doméstica. O IBrX avançou 33,45%, refletindo expectativas de crescimento, redução estrutural dos juros e bons resultados corporativos. Nos perfis da Randonprev com alocação em renda variável, esse segmento foi novamente relevante e ajudou a impulsionar a rentabilidade do ano, com destaque para o perfil agressivo.
No cenário internacional, o comportamento dos ativos foi guiado pela política monetária do Federal Reserve. O S&P 500 avançou 16,39% em dólares, mas apenas 3,42% em reais devido à valorização do real.
De forma consolidada, 2025 combinou volatilidade com bons retornos, sobretudo nos ativos de maior risco. Para 2026, espera‑se um ambiente ainda incerto, reforçando a necessidade de gestão ativa, acompanhamento das variáveis macroeconômicas e manutenção da diversificação, princípios essenciais para os investimentos previdenciários da Randonprev.